Acompanhando os fatos sobre a interferência do STF/TSE nos demais poderes, que estão chocando os brasileiros que se ocupam da realidade do país e das coisas da política, quero compartilhar algo muito importante, chegado de maneira digamos pouco surpreendente, o que vou apresentar não como uma teoria da conspiração ou como uma ficção de quinta categoria, mesmo porque antes quero evitar ser bloqueado nessa joça, que ao meu ver ainda serve para alguma coisa. Para bom entendedor, meia palavra basta, o que fiz com mais de meia. O que seria um simples compartilhamento, que poderia sair com de erros de digitação, de sintaxe que alegamos coisa do corretor automático (sic), e até pela ação de "dedos gagos", resolvi compilar refazendo partes do texto original procurando dar o recado bem desenhado. Acho que consequi. Aqui vai... um quase textão!
Páginas
segunda-feira, agosto 09, 2021
A interferência do STF/TSE nos demais poderes
sábado, agosto 07, 2021
Sistema e urnas violados "pero no mucho"
O passeio do hacker (insider job)
sexta-feira, agosto 06, 2021
Nossa bandeira nos representa
Eu não tenho vergonha nem receio de hastear minha, nossa bandeira. Se você tem algum preconceito de quem a segura, empunha com honra gentilmente sabendo seu significado, e você rotula o cidadão, seja de bolsonarista, de direita, gado, o traduz politicamente de forma negativa, um brasileiro que leva nas mãos um símbolo da nação, e daí como se fosse um inimigo, um adversário o faz de pária, me parece uma grande limitação, um erro elementar, pense... se isso acontece é porque sua mente, seu coração, foram tomados, desfigurados, corrompidos, e há um motivo, mesmo que o desconheça.
Não há apenas, se você quer dividir em atores em direita e esquerda nessa guerra ideológica, só dois padrões de comportamento, viu doutores! O que existe também são pessoas, gente, milhões que não esquece dos fatos, da busca da verdade, de pensar no mundo como ele nos apresenta os sinais, grita por melhorias e com razão, nós mudamos e o mundo se transforma junto, e é ocupado por novas ideias, independente das antigas teorias, das utopias ditas libertadoras, progressistas, que mostram sua verdadeira face, destrutiva, na política, no discurso, que esvaziou-se na prova das ruas.
Ser conservador, amar a família, defender seu país, cuidar da sua terra e valores, ter a percepção que há culturas e costumes, diversidades, intelectual, essencial, natural, que devemos considerar na prática, a moral e a ética, sermos valorizados por nossa humanidade em todos os aspectos, antes de qualquer divergência.
Lembre-se, há mais substrato na busca da sabedoria, que enxerga a essência humana, do que na incompetência de ideologias que carrega velhos preconceitos.
A educação, a língua, a linguagem
A educação, a língua, a linguagem
Dados do Instituto Paulo Montenegro de 2018 mostram que somente 12% da população brasileira possui proficiência no uso da linguagem, e que o contingente de analfabetos dobrou no período de 2016-2018, coisa impressionante; os 88% restantes são, a maioria deles, incapazes de organizar o raciocínio, juntar ideias, refletir e elaborar um texto contando sua história e realidade realizando atividades e tarefas dentro de padrões profissionais, técnicos, de médio e baixo requisitos. Segundo o painel onde encontramos os dados sobre o domínio da língua entre os brasileiros, 8% são analfabetos, 22% rudimentar, 34% possui domínio elementar, 24% intermediário e os de formação universitária, grupo contido nos 12% de proficiência da língua, que poderia ter o privilégio de poder refletir e interpretar a realidade e os fatos com maior domínio da linguagem, prolifera um exército de analfabetos funcionais, um descalabro, uma consequência de décadas de descaso com a educação.
Vendo e revirando os fatos voltamos à roda da verdade, do referente abandonado ao sabor da moda da linguagem. Voltamos a falar de pensamentos e ideias que retratam a realidade atual porque cada palavra tem uma definição e ação intrínseca podendo ser manipulada em sua origem segundo o interesse de quem as controla, seja censurando ou limitando seus significados para impedir conhecer e entender, ignorar, o referente. A quem interessa o permanente estado de conflito, desorientação, dicotomias, maniqueísmo, esvaziamento e negação do real?
Dar nome às coisas é o que mais se teme hoje, pelo menos na hora de se conhecer os atores, os fatos, e os feitos nas últimas décadas. Identificar através de uma simples análise o que se vê, sente e se conhece tornou-se dependente de desejos, palavras vazias, direitos momentâneos, autoreferentes, sem conexão com a realidade, sem leitura nem proficiência toda definição tornou-se relativa e pendular conforme o propósito de cada indivíduo aprisionado em sua própria mente. A interpretação do mundo desprovida de linguagem, essa degradada, modificada em seu significado e propósito, que é ler o mundo real, traduz uma sociedade doente, de alma arrasada, perdida no que é de mais importante ao caminho do conhecimento, ao ser, ao indivíduo, à sua tribo: a educação.
A falácia do espantalho
Essa entrevista com o Jordan Peterson, ajuda a entender como o domínio da linguagem e de suas categorias concorre para refletir e responder, a partir de um conjunto de conhecimento adquirido, de forma clara e civilizada, questões construídas de maneira distorcida, deturpada, capciosa, politizada para fins específicos, e sobretudo oportunista, tendo como fonte o raciocínio desenvolvido pelo entrevistado. Aqui, o que a jornalista faz do que consegue captar das respostas é criar a seu modo a "falácia do espantalho" (Schopenhauer), aquele a ser desmoralizado, destruído. E porque não diante das câmeras para muitos, milhares, milhões de telespectadores!
Em certo momento, a jornalista Cathy Newman insiste numa agressiva defesa da política identitária, chegando a acusações levianas ao posicionamento conservador recente do entrevistado a respeito de uma lei referente a indivíduos trans, então, ficando evidente sua postura ostensiva, articuladora, por vezes ao dar em cima da fala do psicólogo, ela continua inquirindo a ressaltar o tema que trata a lei, provocativa, para chegar a um objetivo intrigante, que leva ao clima inquietante de tentativa de constrangimento, apenas impedido pela reação inteligente, madura e pacífica do psicológo apontando a clara ofensa dirigida nas ilações da jornalista, o que a "pega na volta" do seu limitado jogo de palavras em busca da verdade dela. Nesse ponto, o Jordan Peterson coloca no contexto a importância da liberdade de expressão, dela, que é o que a permite ser ofensiva em determinadas circunstâncias, óbvio, e a dele, respeitando o contraditório; ela ao descobrir a falha de atitude, e virtude dele em "pegá-la" sem a julgar, ri do próprio tropeço após rápida reflexão, o que pareceu ridículo, típico dos lacradores que não pensam apenas caçam a quem cancelar no debate. Nisso a grande mídia, os jornalistas ativistas, a banda intelectual, cultural e política da esquerda, ruído de uma nota só, atualmente oposição, todos atualmente são bem semelhantes em todo lugar.
