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quarta-feira, julho 13, 2022

A NOM e o globalismo, outra realidade para a economia de mercado

Penso que não devemos ir pelo fatalismo de alguns, nem no caminho do alarmismo terrorista. Já passamos por diversos paradigmas do pensamento econômico, o da "mão invisível" de Adam Smith, o keinesianismo do Estado investidor/alavancador, a planificação totalitária do Estado socialista, e atualmente a NOM do globalismo tentando trazer outra realidade para a economia de mercado, o antigo mercado que os economistas suspeitam ou negam ser auto-organizado e procuram controlar de alguma forma através do planejamento e econometria.

Para os que apoiam uma governança de metacapitalistas, deuses do Olimpo, será mais uma experiência de controle que nos levará a uma expansão dos monopólios onde teremos uma (des)organização ainda maior da produção e restrição da riqueza para uma minoria, com uma exacerbação de poder de alguns títeres, em conglomerados, corporações, e o surgimento de uma sociedade distópica na qual poucos cidadãos ainda acreditarão em democracia. Mas, acredito que esse projeto é natimorto, por não considerar o imprevisível, a complexidade da humanidade intrínseca à liberdade do pensamento e do Espírito, que sempre esteve e está presente na história das relações humanas, entre os humanos e a natureza. Temos em toda nossa experiência, enquanto civilização, que o mal que nos afeta e nos chega ainda a castigar nunca será permanente, mudamos quando é a hora, a evolução nos dá bons exemplos.

Vou dizer porque eu acho que vivemos agora a hora mais perigosa da história da humanidade

Vou dizer porque eu acho que vivemos agora a hora mais perigosa da história da humanidade

Por Jairo José da Silva

A evolução das comunidades humanas ao longo da história tem sido até o presente um processo de auto-organização.
Vou explicar o que é isso.
Um sistema complexo, como, por exemplo, a comunidade humana como um todo, é formado por partes que interagem entre si de modo não-linear, que é quando uma parte do sistema influencia o comportamento das outras partes, mas é também influenciada por elas. Quando todas as partes do sistema, ou boa parte delas, interagem entre si desse modo, ele está submetido a uma dinâmica não-linear.
Quando essa dinâmica não é regida por leis preestabelecidas ou impostas desde o exterior, o sistema se diz auto-organizado. Em sistemas auto-organizados a dinâmica emerge da interação entre as partes. Cada parte pode seguir leis de evolução próprias, mas não há uma lei geral para todo o sistema.
Por exemplo, o mercado financeiro. Cada ator no mercado tem suas próprias regras de conduta, cada um age à sua maneira. O mercado como um todo se alinha na resultante da interação entre todos esses atores, talvez de uma maneira que nenhum deles previa. Os economistas tentam adivinhar os princípios pelos quais o mercado reage, mas se ele for realmente auto-organizado, esses princípios não existem. Qualquer lei eventualmente descoberta será extremamente suscetível às condições dadas e não terá a robustez de uma lei geral válida em qualquer situação.
Assim é a história humana. Não importa quão submetidas a regras próprias seja uma ou outra comunidade ou país, a dinâmica da evolução geral da humanidade nasce do atrito entre essas comunidades constituídas num sistema complexo auto-organizado.
Se a dinâmica do sistema for, ademais, caótica, isto é, se pequenas alterações locais puderem influenciar por interação não-linear a dinâmica geral, a evolução do sistema se torna não apenas imprevisível como altamente instável.
Talvez, se César tivesse acordado uma hora mais tarde aquele dia e estivesse menos irritado, talvez ele não tivesse decidido desafiar o Senado romano e não tivesse cruzado o Rubicão com suas tropas. Talvez então a república romana não teria sucumbido à ditadura. Alea jacta non fuisset.
Sendo a História tão imprevisível, os historiadores têm se contentado em simplesmente descrever os fatos, não buscar leis históricas gerais. Isso até Marx, que se iludiu que tinha descoberta o motor da História e que poderia, portanto, dirigir a história. Deu no que deu.
Porém, nos últimos cem anos mais ou menos, instrumentos extremamente poderosos têm surgido aptos a domesticar consciências e induzir reações coletivas mais ou menos previsíveis. A internet é um deles, o mais importante. Por outro lado, pela primeira vez na história estão surgindo pessoas, poucas, porém dedicadas, com dinheiro e poder suficiente para usar esses instrumentos segundo a sua vontade. A consequência pode ser a possibilidade, pela primeira vez, de alguém dirigir o destino da humanidade segundo o seu arbítrio. Essa força externa substituiria a auto-organização pela imposição de um destino.
Suponha, por exemplo, que um trilionário tome posse de todas as plataformas sociais e, controlando-as, convença uma parte substancial da população, com base em estudos financiados por ele mesmo, que estamos na iminência de uma crise ambiental catastrófica só evitável por ação de um governo transnacional unificado.
Não estamos aí ainda, mas ….

terça-feira, julho 12, 2022

O "método" eleitoreiro da oposição: mentir!

 

O "método" eleitoreiro da oposição: mentir!

Onde tem fumaça tem fogo. Esse é um ditado popular muito comum quando se suspeita de algo que parece óbvio ao bom juízo. No episódio da prisão preventiva do Milton Ribeiro me parece que há clara intenção e método, que fica claro ao se configurar quase que simultaneamente uma prisão arbitrária, por decisão de um juiz militante com o pedido de abertura de uma CPI da Educação. O cenário de uma interferência no executivo com o aval do ativismo judicial por uma solicitação do PT, cria de novo o palco do circo midiático que se abre para uma campanha eleitoreira medíocre e sórdida da oposição. Outro ato do totalitarismo da esquerda se estampa nas acusações de assédio por parte da ativista funcionária da Caixa, na foto junto com seus companheiros da CUT, que afastou o presidente da instituição bem próximo das eleições, um golpe bem organizado para impactar a estabilidade do executivo. Onde tem fumaça tem fogo.




"A elite do atraso" e o candidato do crime organizado

"A elite do atraso" e o candidato do crime organizado

Uma conhecida de Brasília ressalta que temos uma "elite do atraso", e que seria responsável por acordos políticos com corruptos que nos deixou no estado de coisas da economia e da realidade política brasileira em que nos encontramos. Ela, em sua mente doutrinada quer se referir ao governo atual como o fascista, o inominável, por seus viés ideológico vai enxergar o mal no que odeia por divergência e prefere ignorar, esquecer, os vários anos do petismo, quase uma década e meia, nos quais o roubo e a corrupção, o aparelhamento das instituições, a hipocrisia da propaganda de ajuda aos pobres trabalhadores nós levaram a pior crise, absurda, que legou ao país o patamar de uma profunda "pandemia moral".

No meu entendimento, tudo tem um sentido próprio, tosco, de inversão, ao compreender e dar como tal na sua visão e acusação, de ser essa tal elite que apoiou o presidente (sic), sendo a responsável e a coadjuvante de todo problema econômico, político e ético que nos abala, que rasgou o tecido social brasileiro em facções incompatíveis, trouxe à luz do dia o "ódio do bem", o totalitarismo da esquerda, pra ela da direita, sem máscaras, e abriu a guerra cultural sem camuflagem, como era; porém ela erra o verdadeiro alvo, enquanto elite desprovida de senso moral ou ético no trato da política, colocando sua indignação contra o atual governo eleito democraticamente, enquanto cega sustenta de afagos os reais vilões do país, esses que estão se reunindo com o ex-presidiário e articulam com o chefe da organização criminosa, oportunistas sem trégua e insistentes, em apoiá-lo na volta à cena do crime, para tomando o poder a qualquer custo continuar o butim das estatais e do dinheiro do Estado. Essa é a elite que se organiza juntando-se ao capo sem apoio popular, ao partido dos supremos ativistas e a gangue da oposição no Congresso, todos eles apoiam o estado de exceção conforme seus interesses, que sabemos não serem de forma nem princípios democráticos. Não valem o que o gato enterra.