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sexta-feira, fevereiro 21, 2025

Os impostos, taxas de juros e o discurso do desgoverno

 A verdadeira desinformação chega aos olhos e ouvidos da população atrelada aos pronunciamentos e declarações da ditadura PT/STF e seus acessórios dependentes da esquerda.

Está semana conversando com um cliente de um sistema que desenvolvi para pequenas e médias empresas do segmento de assistência de eletro eletrônicos pude sentir como os discursos e narrativas da esquerda tem sua presença maliciosa e indutiva com impactos na compreensão e defesa por empresários dessa parcela de negócios. Em que pese as idiossincrasias e deficiência de formação, cognitiva, desses empreendedores, que mesmo sofrendo o peso dos impostos e o desempenho crítico da economia, que chegam contra suas expectativas obviamente negativas, ao falar a respeito das taxas de juros, como fator de agravante de obrigações de crédito e inflação sobre insumos e peças na maioria importadas, ainda entendem e tendem a culpar os problemas da economia jogando a responsabilidade unicamente sobre o Banco Central, salientando os aumentos das taxas de juros desconectados dos erros da condução dos gastos do governo federal em um caminho, proposital, de grave crise fiscal. O que está sendo apontado como uma dominância fiscal.

Infelizmente temos de pagar pelo pior governo e sua incapacidade de gestão da economia, pagar com mais impostos que está levando a uma previsível situação de descontrole, financeiro, uma consequência da política econômica, e indiferença ao evidente problema fiscal que se acentua a cada mês desde o início de 2023. Nesse cenário de tendência de recessão resta a esses picaretas do desgoverno distorcer através de discursos, propagandas em mídias da militância paga, desorientar a realidade para sua platéia repetindo mentiras ao convencimento de muito mais pessoas, de estarem fazendo o melhor para o país e para a democracia relativa.

domingo, fevereiro 16, 2025

Fernanda e Waltinho mentiram

Fernanda e Waltinho mentiram

Por Silvia Gabas, 16 fev 2025.

Mentiram com gosto.

Mentiram despuradoramente.

Por qual motivo só eles mesmos podem responder.

Fato é que estando os dois reunidos para uma entrevista no programa da CNN americana, sob o comando de Christiane Amanpoor, aproveitaram para deitar e rolar, talvez tentando conquistar mais adeptos para seu filme, o que significa mais votos, mais prêmios, que se traduzem em seu sonhado Oscar americano capitalista, numa estranha contradição que nem Satanás pode dar conta.

E lá estavam eles, combinadinhos, discursos prontos na ponta da língua para causar as sensações de indignação, revolta e adesão imediata à causa do filme que apresentam ao público no momento, objetivando ganhar a estatueta dourada, o que me soa patético para a dupla de socialistas amantes da Revolução Socialista fracassada de 64.

Entre as pérolas que soltaram na entrevista, estão frases como essas:

"Não faríamos o filme com Bolsonaro na presidência"

"Filme só foi possível porque tentativa de golpe em 2022 não se efetivou".

"Filme é produto da volta da democracia, com a eleição de Lula e seu retorno ao poder."

"o filme demorou a ser concluído porque a extrema-direita governava o Brasil e o país não vivia uma democracia."

Me digam uma coisa:

Vocês, que estavam no país neste período mencionado por eles, sentiram o peso da censura por parte do presidente daqueles anos, ou por parte de um poder judiciário autoritário e persecutório em relação a essa "extrema-direita", sob a justificativa que defendiam a "democracia"?

Fato é que as nomenclaturas foram totalmente distorcidas e já não valem mais nada no cenário político nacional e mundial.

Os ditadores se nomeiam valorosos democratas e os calados e perseguidos são chancelados como golpistas reacionários.

Quanto a isso, novos ares sopram no momento no mundo e muitas mudanças já podem ser sentidas no ar.

A conferir.

Mas, voltando para nossa dupla, Fernanda e Waltinho, que inicialmente pediram que as diferenças ideológicas fossem aplainadas, e que todos os brasileiros fossem assistir o filme em que atuaram e dirigiram, agora, movidos por interesses econômicos e também, por óbvio, movidos por vaidade e ambição, rasgaram a fantasia, apagaram o discurso inicial, deram uma banana para uma boa parte de seu possível público, e partiram para uma apelação vexatória, em que tentam atrair audiência, palmas, prêmios e dinheiros para sua película que tanto sofreu nas mãos de uma ditadura brasileira insana imposta pelo terrível Bolsonaro.

Sendo assim, após tão oportunista fala, caso a campanha da dupla em busca da estatueta ambicionada resulte em sucesso, e por aqui, em êxtase, manchetes romantizadas sejam escritas, lágrimas sejam derramadas, festividades sejam anunciadas, todos em êxtase porque, finalmente, este nosso pobre país tão carente de reconhecimento cultural, tenha conhecido, enfim, um leve afago da indústria do cinema, eu permanecerei firme em minha percepção do oportunismo barato que se esconde, sorrateiro, por detrás de uma história real contada a partir da perspectiva de um grupo ideológico, que se nega a conceder igual importância, igual número de lágrimas e indignação por aqueles que neste exato momento estão presos, perseguidos, exilados, mortos por censura idêntica àquela que tanto condenam.

Ditaduras são infames, seja lá de que maneira se apresentem.

Farsas comovidas não me compram nem me dobram.

Fernanda e Walter, que papelão!