"Minha cidade é uma metrópole, e como todo organismo vivo, é um organismo em mutação.
Desaparecendo bem diante de meus olhos. Edifícios brotam, alterando o DNA das suas ruas..."
"Há muitas formas de morrer. Mas é preciso achar uma forma de viver.
E... isso é difícil. "
"É... surpreendente... estarrecedor... descobrir que dentro de você há uma pessoa estranha. Uma pessoa que tem seus braços... suas pernas, seus olhos. Uma pessoa insone e irrequieta. Que continua andando, continua comendo. Não há como voltar a ser àquela outra pessoa... voltar àquele outro lugar. Essa coisa, essa pessoa estranha... é só o que você é agora."
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