Páginas

terça-feira, agosto 25, 2009

quantos lêem?

Folheando

Livros que nunca caducam
Livros que se perpetuam
Livros de loucos geniais
Livros que serão e foram tidos
Antes, durante e depois vício

Quando guardados aonde for
Vão expor cada alma livre
E desfolhar-se em sonhos
Agitar-se em praças e celas
Imaginados nossos sempre

Que cada mão os deseje
Prova de não se verem técnicos
Com certeza nem de auto ajuda
Sem jamais serem esquecidos
Nem de se tornarem velhos

Porque parte permanecem todos
De nossa dança da vida
Quem lê e escolhe o que ser
Um pedaço de cada história
E de cada insônia vazia

Substituto de Deus e vinhos
Também um cobertor à mão
Livros que permanecem cheios
De perguntas nuas e idéias vãs
Livros que temos na cabeceira

Nenhum comentário:

Postar um comentário