Ode a um rouxinol
(John Keats)
(...)
"Desolado! a palavra soa
como um dobre,
tangendo-me de ti
de volta à solidão.
Adeus! A fantasia é
véu que não encobre
Adeus! Adeus!
Teu salmo agora tristemente.
Vai-se perder no campo,
e além, no rio silente.
Nas faldas da montanha,
até ser sepultado.
Foi só uma visão ou
um sonho acordado?
A música se foi:
durmo ou desperto?"
(...)
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