Na ditadura da esquerda de então, mais que uma continuidade da era do getulismo, temos uma variação da máxima criada pelo Getúlio, "aos amigos tudo, aos inimigos a lei". Agora, simplesmente coube ao ativismo judicial, parceiro do golpe e da fraude eleitoral refazê-la, reescrevendo como: "aos amigos tudo, aos inimigos a interpretação da lei." E outro conhecido comportamento dos que para conseguir benesses e uma boquinha na corte do poder, está modificado para mais subserviência, submissão completa, além de não só baixar a cabeça ao poder que cada vez mais se torna supremo, tem de baixar a bunda. Tudo em prol da normalidade democrática. Contra os "terroristas" de acordo com a interpretação da lei (leia-se Constituição) a partir dos interesses de uma camada da elite, política e de intelectuais desonestos, mas com a conivência da tropa de choque chamada imprensa (leia-se Consórcio) que oferece o "jornalismo" com sua militância de redação em troca dos favores da nova direção que subiu, ops tomou, voltou ao poder.

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