domingo, dezembro 13, 2020

A cara do "fact-checking" do Facebook

 Acompanhando o Parler. É sabido, que quem procura acha. Achei. Dias atrás postei um vídeo no qual o Rodrigo Constantino fala da censura que o YouTube determinou sobre uma entrevista feita por ele com o Dr. Alessandro Loiola. Retiraram o vídeo. Porque isso? Perguntamos. Diz o Youtube, a equipe que adota regras para selecionar o que pode e o que não pode, o fact-cheking agindo seletivamente, diz que feriu as regras do grupo ou "padrões da comunidade". Por acaso, descobri que um dos responsáveis, uma, tem preferências ideológicas e compromissos que definem de acordo com a sua política o que é ou não "correto" ser publicado. Bem, aqui está uma das integrantes do grupo, neste caso do Facebook, que define os limites da liberdade de expressão hoje existente nas redes sociais.

REVELADO: 'Margot Susca, certificadora de verificação de fatos' do Facebook é uma superfã de Hillary Clinton. Uma ativista anti-Trump no Twitter, que se gaba de ser o "time" da candidata presidencial derrotada Hillary Clinton. É a especialista independente encarregada de certificar o que deve ser publicado, o fact-cheking, do Facebook.


"Laranjas" do Sleeping Giants

 Acompanhando o Twitter. Quer saber quem está por trás do Sleeping Giants? Siga o dinheiro, esses são os verdadeiros fomentadores desse "laranjal" de intrigas sociais e instauração do fascismo. O pano de fundo é a desorientação, manter o controle das liberdades dos que ainda pensam, observam as informações da realidade e os fatos que desmente narrativas, dos que se manifestam contra as ditaduras, o poder desmesurado do Estado totalitário, querem dominar e estabelecer sua forma de "democracia" de mentirinha criada à sua imagem e regras particulares, para entregar a sociedade aos pequenos ditadores como Doria e subordinados ao "governo sem limite", às imposições imperiais, sem respeito a lei, ao regramento estabelecido democraticamente por uma sociedade que elege seus representantes, ainda que não sejam os melhores. Considerando o que estamos assistindo, sentindo, rasgar a Constituição pode ter sido o estrago inicial dessa história, que já é real, por parte desses títeres.



quinta-feira, dezembro 10, 2020

Um feito de um "santo de casa"

 Um feito de um "santo de casa"

Conta o imaginário popular que "santo de casa não faz milagre", o que cabe em geral falar quando há descrença sobre a competência para o feito por alguém de pouca habilidade em solucionar certas tarefas domésticas, o que de certa maneira é uma daquelas expressões que mais parece uma provocação a algum pretendente que ouse realizar algum desafio bem aos olhos de um, seu íntimo, conhecido, e que muitas vezes pode nem se confirmar como uma verdade.
O fato de se ter uma ideia, nesse caso o milagre é um ideia, e ela ter ocorrido a alguém em dada ocasião, que pode colocá-la em prática, tê-la registrado fora do seu pensamento, publicado, algo que nos ofereceria matéria, fonte qualificada, para daí podermos posteriormente verificar se houve na história desse tipo de evento, literário, intelectual, outro criador que tenha pensado daquele jeitinho, também feito o mesmo, um cópia e cola, algo assim, assim, daí teríamos a prova, a constatação que os dois santos teriam realizado o tal milagre, cada um no seu tempo é espaço, e primado pela identidade.
Em se tratando de uma celebridade da cultura nacional, Nelson Rodrigues, se encaixa muito bem na categoria de autor de importantes feitos, que no linguajar popular seria quase um "santo milagreiro" da nossa cultura, no excelente sentido. Um pensador conservador e escritor de inúmeros textos brilhantes, cevados de bom vocabulário, comparável a poucos em substrato e ineditismo. Em seu artigo "Consciência de classe" publicado no Jornal da Tarde no dia 6 de maio de 1974, pude constatar uma prévia, a partir de um trecho desse texto, do que obteria uma marca fiel do seu pensamento, e que antecipa em mais de duas décadas e meia uma declaração do escritor e filósofo italiano Umberto Eco, dada durante o evento em que ele recebeu o título de doutor honoris causa em comunicação e cultura na Universidade de Turim em 10 de junho de 2020.
Adiantando o papo, transcrevo o que li em matéria da grande mídia sobre o filósofo italiano: "crítico do papel das novas tecnologias no processo de disseminação de informação, o escritor e filólogo italiano Umberto Eco afirmou que as redes sociais dão o direito à palavra a uma "legião de imbecis" que antes falavam apenas "em um bar e depois de uma taça de vinho, sem prejudicar a coletividade".
De acordo com Eco, "a TV já havia colocado o "idiota da aldeia" em um patamar no qual ele se sentia superior. "O drama da Internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade". O filósofo ainda acrescentou algo que pode ser comparado ao que chamamos agora de fact-cheking e aconselhou os jornais a filtrarem com uma "equipe de especialistas" as informações da web porque ninguém é capaz de saber se um site é "confiável ou não". Quem diria! Segundo o escritor, 'idiotas' têm o mesmo espaço de Prêmios Nobel.
O escritor Nelson Rodrigues, nosso santo da casa, gravaria com primazia a autoria dessa joia de pensamento: “O grande acontecimento do século XIX foi a ascensão espantosa e fulminante do idiota. Até então, o idiota era apenas idiota e como tal se comportava. (…) Não tinha ilusões. Julgando-se um inepto nato e hereditário, jamais atreveu-se a mover uma palha, ou tirar uma cadeira do lugar. Em 50 mil, ou cem, ou duzentos anos, nunca um idiota ousou questionar os valores da vida. Simplesmente não pensava. Os ‘melhores’ pensavam por ele, sentiam por ele, decidiam por ele. (…) Deve-se ao Marx o formidável despertar dos idiotas. Estes descobriram que são em maior número e sentem a embriaguez da onipotência numérica (...)”.
Esse é o feito que considero pioneiro quanto a ideia que define o "idiota", o "imbecil" citado pelo Eco, um pensamento do nosso santo de casa Nelson Rodrigues.

domingo, dezembro 06, 2020

O Ocidente islamizado

O Ocidente islamizado

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 05 de março de 2007
Desde Freud: The Mind of a Moralist (1959), Philip Rieff (1922-2006) foi reconhecido como um dos mais importantes pensadores americanos. Sua última obra, My Life Among the Deathworks (University of Virginia Press, 2006), analisa a cultura como expressão da ordem divina. Ela pode nos servir de ponto de partida para explicar por que a pretensa “civilização laica” não tem como desembocar em nenhum paraíso global de justiça e prosperidade, mas só na dominação universal do islamismo.
A premissa de My Life Among the Deathworks é a admissão de que em toda cultura há uma série inumerável de palavras e símbolos que desfrutam de autoridade pública automática. São a tradução de verdades que não estão aí para ser provadas ou impugnadas: elas estruturam a nossa vida de todos os dias para muito além da nossa capacidade de reflexão consciente. Evocam a nossa obediência imediata e despertam em nossa alma sentimentos de culpa e inadequação quando as infringimos. Ao conjunto delas Rieff denomina “ordem sacra”. A educação doméstica, as regras de boas maneiras, as hierarquias administrativas, a política, o gosto literário e artístico, tudo numa cultura é “transliteração da ordem sacra numa ordem social”.
Examinar criticamente esses símbolos desde o ponto de vista da razão individual, da filosofia ou da “ciência” é legítimo, mas é uma atividade que transcorre dentro da cultura e balizada por ela. Seu alcance, portanto, é limitado: nenhum saber individual pode substituir-se à cultura como um todo. O máximo de profundidade que a sondagem dos símbolos pode alcançar é aquela que se observa na psicanálise (independentemente do conteúdo específico das teorias de Freud): a penetração do exame racional nas brumas do inconsciente, para desativar a sobrecarga de autoridade de símbolos sacrais. Estes são absolutamente necessários à cultura, mas à medida que o tempo passa eles se consolidam em formas de autoridade interiorizada cujo peso acumulado se torna opressivo. A psicanálise desata os nós da sobrecarga, liberando o indivíduo para reintegrar-se na ordem social, não para sair dela.
Na evolução histórica do Ocidente, Rieff identifica três ordens sacrais sucessivas, que ele chama de “mundos”. Na cultura do mundo antigo, greco-romano, potências espirituais supra-humanas e infra-humanas enquadravam o homem numa ordem cósmica que se traduzia em ordem social sob a noção geral de “destino”. No monoteísmo judaico-cristão, a leitura dos símbolos torna-se mais sutil e ao mesmo tempo mais exigente, instaurando o compromisso da “fé” e a luta permanente do homem para permanecer integrado na ordem divina. A terceira cultura, ou “terceiro mundo” está se formando bem diante dos nossos olhos, e sua diferença das duas anteriores é radical: pela primeira vez na história humana, as elites culturais tentam construir uma ordem social sem ordem sacra, ou melhor, contra toda ordem sacra. O experimento, enfatiza Rieff, é inédito. Comentando o livro na Intercollegiate Review, R. R. Reno, especialmente qualificado para analisar o assunto por sua experiência anterior em Ruins of the Curch: Sustaining Faith in an Age of Diminished Christianity (2002), observa que se trata de impor a toda a humanidade o uso de remédios jamais testados. Os princípios da nova civilização podem-se resumir em três enunciados:
1) Toda proibição é proibida.
2) Toda repressão deve ser reprimida.
3) A única verdade é que não existe verdade.
Nesse quadro, a própria razão é condenada como repressiva, e automaticamente o privilégio de credibilidade é transferido a símbolos de prestígio (“papéis teatrais”) associados ao poder “libertador” da satisfação narcísica. A própria “ciência” já não funciona como conhecimento racional, mas como estereótipo publicitário encarregado de legitimar os desejos da multidão, ou os da elite injetados na multidão.
As práticas culturais da nova sociedade, que Rieff exemplifica e analisa extensamente, copiam as da terapia freudiana, mas não para curar a alma e sim para esvaziá-la de todo sentido de vida. A “liberação” geral desemboca no niilismo. “Onde nada é sagrado, não existe nada.”
O problema com as análises de Rieff é que elas abrangem somente o panorama ocidental. A conseqüência inevitável é que tendem a aceitar como novo padrão civilizacional mundial aquilo que, visto desde outra perspectiva, pode ser apenas a transição rápida e fulminante de uma ordem social fundada no judeocristianismo para outra de base islâmica.
A emergência da cultura niilista pode ser datada, sem erro, do iluminismo francês. O “culto da Razão” como fundamento de uma civilização mais feliz e mais livre baseada no esclarecimento científico é apenas uma idéia popular, que não corresponde em nada à verdade histórica do iluminismo. Não apenas o século XVIII francês foi mais povoado de superstições, bruxarias, ritos esotéricos e sociedades secretas do que qualquer etapa anterior da história ocidental, como também os abismos de incongruência no pensamento dominante da época inspiraram a Goya a sua famosa gravura “El sueño de la razón produce monstruos”. Nos escritos de um Voltaire, de um Diderot, de um Montesquieu, os estudiosos vêm descobrindo padrões de descontinuidade e desequilíbrio que raiam a loucura pura e simples. Como observou Paul Ilie no monumental The Age of Minerva (2 vols., Philadelphia, University of Pennsylvania Press, 1995), mais que a época da razão o iluminismo foi a época da ruptura radical entre a razão e os sentimentos, estes expressando-se em delírios passionais que pareciam emergidos diretamente do inferno, aquela em simulacros de ordem que celebravam indiretamente a onipotência do caos. Paul Hazard, em La Pensée Européenne au XVIIIe. Siècle, mostrou que a receptividade dada à crítica antitradicional intelectualmente sofisticada foi devida menos à aparente racionalidade de seus argumentos do que à atmosfera preparada por uma incrível inundação de piadas e lendas anti-religiosas, de uma baixeza e vulgaridade à toda prova, que já circulavam desde muito antes dos panfletos de Voltaire e Diderot. Boa parte da obra destes últimos (já mencionei aqui o caso de La Réligieuse , v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/070108dc.htm) não fez senão beber nessa fonte espúria e dar-lhe um verniz de respeitabilidade literária. Corroendo a fé pública nos símbolos e instituições tradicionais, o iluminismo desembocou não só na loucura genocida do Terror, mas nos sangrentos delírios pornográficos do marquês de Sade, que vieram a exercer contínua atração hipnótica sobre a imaginação francesa até Jean-Paul Sartre e Georges Bataille (v., deste último, L’Érotisme: “Do erotismo pode-se dizer que é semelhante à morte”). O mergulho final do intelectual francês no submundo do marquês de Sade tomou forma, não literária, mas biográfica, em Michel Foucault , escravo das drogas e devotamente empenhado em “transcender o sexo” mediante o sofrimento físico em rituais de flagelação masoquista, com algemas, chicotinho, cuecão de couro e tudo o mais (não sei se é para rir ou para chorar, mas leia a história completa em Roger Kimball , “The perversions of Michel Foucault”, na revista The New Criterion, http://www.newcriterion.com/archive/11/mar93/foucault.htm).
A inspiração niilista do movimento revolucionário pode ter sido obscurecida por um breve momento graças à ascensão da utopia proletária, mas sua natureza profunda não demorou a aparecer de volta sob a forma de montanhas de cadáveres, um acúmulo impensável de sofrimento humano, resultando enfim no fiasco da URSS e nos arranjos capitalistas do comunismo chinês. A desilusão com o comunismo soviético e chinês produziu o imediato retorno aos motes do iluminismo francês, com a nova divinização da “ciência” e a mais virulenta campanha anti-religiosa de todos os tempos, subsidiada por verbas milionárias, fortemente amparada pela indústria do show business (O Código Da Vinci, O Corpo, e agora O Túmulo de Jesus), abrilhantada por ídolos pop da divulgação científica como Richard Dawkins, Daniel Dennet e Sam Harris e coroada por uma sucessão impressionante de legislações repressivas promovidas diretamente pelos organismos internacionais e voltadas contra a expressão pública da fé. Injetada num ambiente previamente preparado pelo “politicamente correto”, e coincidindo no tempo com a nova onda de anti-semitismo europeu e com a matança generalizada de cristãos nos países islâmicos e comunistas, a campanha dá um passo enorme no sentido da extinção do legado civilizacional judaico-cristão e na instauração mundial da social-democracia laica, o prêmio de consolação dado pela elite globalista à esquerda mundial pelo fracasso do comunismo russo-chinês.
Ora, a absoluta incapacidade da socialdemocracia laica de resistir à invasão cultural islâmica já está mais do que demonstrada na prática. Nem vou insistir nisso. Os interessados que leiam Eurabia: The Euro-Arab Axis, de Bat Ye’or (Farleigh Dickinson University Press, 2005), The Death of the West, de Patrick J. Buchanan (St. Martin’s Press, 2002) e The Abolition of Britain, de Peter Hitchens (Encounter Books, 2000), só a título de exemplos.
A fraqueza incurável daquilo que um dia foi “o Ocidente” provém do fato de que, esvaziados do conteúdo vital que recebiam da tradição judaico-cristã, os princípios mesmos que induzem os intelectuais europeus a defender seus países contra a tirania islâmica – a modernidade, a razão científica, a democracia, o progresso capitalista, a liberdade de expressão, o primado do consumidor e os confortos da previdência social – se tornam instrumentos de corrosão das identidades nacionais e da capacidade de autodefesa cultural. E de há muito os estrategistas islâmicos já perceberam isso, senão não teriam podido conceber a “guerra assimétrica” nem o uso maciço da imigração como arma de combate.
O protesto melancólico de Oriana Falacci, bradando contra o fim da Europa e nada podendo alegar em favor dela exceto seu amor pessoal às delícias da modernidade, soa tão fútil e impotente ante as exigências morais avassaladoras da autoridade islâmica que se torna o símbolo mesmo de uma civilização agonizante. O que sobra no fundo do niilismo é o hedonismo, mas seria vão tentar construir – ou defender – uma civilização com base nele. O hedonismo atrai interesses, mas não é fonte de autoridade. Ele próprio é niilismo em versão light. Anúncios de restaurantes nada podem contra o vigor do protesto islâmico.
Mas a força da invasão islâmica não repousa só na fraqueza do adversário. Há um poder efetivo, “positivo” por assim dizer, intrínseco à mensagem islâmica, que a torna especialmente capacitada a apropriar-se de um corpo civilizacional debilitado pelo niilismo. É que o próprio Islam tem um fundo “niilista”. Mohammed destruindo os ídolos da Kaaba é o advento de um monoteísmo abstrato que varre do planeta os símbolos visíveis do divino e os substitui pelo culto disciplinar do absolutamente invisível. A proibição radical das imagens equivale a uma política de terra-arrasada espiritual onde só o que sobra para atestar a presença divina é o apelo auditivo de um substantivo abstrato (Allah não significa propriamente “Deus”, nome próprio, mas “a divindade”). Nas mesquitas, o equivalente ao altar é o mihrab, um espaço vazio cavado na parede, designando a divindade eternamente ausente e inalcançável. No Islam não existe nem o povo eleito, atestando através da história a continuidade da profecia, o diálogo permanente entre o homem e Deus, nem a Encarnação pela qual o divino habita entre nós como nosso igual e nosso irmão. O ciclo da profecia está encerrado: Deus falou pela última vez a Mohammed e não falará mais até o fim dos tempos. O silêncio só é rompido pelo chamamento dos muezzins no alto das mesquitas, convocando a humanidade a prosternar-se ante o eterno Ausente que, ante a nulidade da Terra, se torna o único Presente. E Deus, segundo o Islam, jamais esteve entre nós: foi apenas uma aparência, ou melhor, uma aparição. Nobre e espiritual o quanto se queira, mas aparição. Lâ-llláha-íla-Allah, “não há deus exceto Deus” – tudo o mais é, a rigor, inexistente. Só existe Deus, inapreensível e incorpóreo – e, do outro lado, o Nada. Num mundo esvaziado pelo niilismo, o Islam se torna a única religião viável.
Continua portanto válida — não obstante erros de detalhe, concernentes por exemplo à China –, a análise feita em 1924 por René Guénon (ele próprio um mussulmano) em Orient et Occident, segundo a qual o Ocidente só teria, daquele momento em diante, três caminhos a escolher: a reconquista da tradição cristã; a queda na barbárie e em conflitos étnicos sem fim; e a islamização geral. Os que pretendem defender o Ocidente na base do laicismo ou do ateísmo só concorrem para fortalecer a segunda alternativa, ante a qual a terceira pode surgir, mais dia menos dia, até como alternativa humanitária. A “civilização laica” não é uma promessa de vida: ela é a agonia de uma humanidade declinante que, um minuto antes da morte, terminará pedindo socorro ao Islam.
P. S. – Recuso-me terminantemente a escrever “Islã”, com til, uma aberração ortográfica inaceitável.

O triunfo da mentira

 O triunfo da mentira

A covid-19 foi a descoberta do ano para os políticos brasileiros, que viram na epidemia uma belíssima oportunidade para tirar proveito pessoal
JR Guzzo, Estadão, 02/12/2020.
A covid-19 foi sem dúvida a descoberta do ano para os políticos brasileiros. Desde o primeiro caso de infecção, boa parte dos nossos homens públicos viram na epidemia uma belíssima oportunidade para tirar proveito pessoal e “assumir posições” - calculadas para dar mais gás (ou o que eles acham que é mais gás) para as suas carreiras. Vivem falando que agem de acordo com a “ciência”. Mentira. Eles não sabem rigorosamente nada de ciência, mas acreditam saber tudo sobre os truques mais eficazes para utilizar em seu benefício uma tragédia – e o pânico trazido por ela
O governador João Doria foi um dos primeiros a ver o potencial desta mina. Dez meses depois, continua achando que ainda há muita coisa a tirar daí.'
No dia 13 de novembro, duas semanas antes do segundo turno das eleições municipais, o governador disse o seguinte, em praça pública: “Vim aqui para desmentir mais uma fake news”, disse Doria, àquela altura convencido de que manter em grau mais moderado seu sistema de repressão ao vírus, como vem ocorrendo nos últimos meses, era a postura mais rentável para dar votos ao seu candidato Bruno Covas. “Depois das eleições nós não vamos endurecer as medidas de combate à pandemia. A pandemia está sob controle.” Afirmou, também, que as previsões de endurecimento eram “um golpezinho” de campanha eleitoral.
As urnas mal tinham sido fechadas quando o governador, que então já não precisava mais dos votos, mandou fazer exatamente o contrário do que havia acabado de prometer: depois de uma campanha eleitoral vivida dentro da “fase verde” das restrições, Doria votou a impor as exigências da “fase amarela”, mais extensas e rigorosas. Qual foi, nessa história, a notícia falsa: o anúncio do endurecimento que viria depois da eleição, ou o desmentido formal do governador?
A covid-19, ao ser utilizada como ferramenta política, transformou-se no triunfo da mentira. Essa malversação dos fatos, feita de forma sistemática e maciça, leva aos disparates que se repetem diariamente à vista de todos. Há a vacina “boa” (a estadual) e a vacina ruim (a federal), com o pormenor de que nenhuma das duas existe. Há a aglomeração “ruim”, quando é feita pelos adversários políticos, e a aglomeração “boa”, quando é feita nas sedes de partidos para comemorar as vitórias do segundo turno. Há os chiliques constantes das autoridades diante de “ameaças ao distanciamento social”, e a sua mais absoluta indiferença com os ônibus, trens e metrô que viajam lotados todos os dias.
A Prefeitura de São Paulo é patentemente inepta para cuidar de tarefas elementares e essenciais, que o homem sabe executar há 5.000 anos, como manter os bueiros da cidade razoavelmente limpos – a causa direta das enchentes a qualquer chuva mais forte. É inepta para cortar árvores que ameaçam cair sobre a rua e matar gente, como acaba de acontecer na Vila Mariana – apesar de todos os pedidos de providências por parte dos moradores. É inepta para consertar os buracos de rua. Mas o prefeito e o governador são craques em usar máscaras pretas fashion, brincar de “cientista” e propor a “igualdade social”. É onde São Paulo veio parar.

O Supremo de ativistas

 Uma ditadura amostra grátis, a Vachina do Ditadória, tantos engolindo o embuste. Quem levará a trolha, às pressas, passivos, sem questionar nada? É o que estamos vendo, os ativistas togados Supremos e os delinquentes presidentes das duas casas do Congresso que estão comendo a democracia pelas beiradas. Até quando?

"Se mostra a Constituição, eles rasgam.
Se expõe a verdade, eles te censuram.
Se questiona, eles te calam.
Se tenta lutar, eles te prendem!"


O golpe branco

 Um grupinho de bandidos já governou o país durante quase 18 anos, tiveram nas mãos o poder executivo, a presença nos Estados e boa parte da gestão dos municípios, mas os brasileiros dobraram a esquina para o lado da liberdade, demitiram a maioria dos corruptos, que foram derrotados nas urnas em 2018 e perderam ainda mais em 2020, mas, infelizmente continuam tentando de todas as maneiras com apoio da estrutura burocrática ativista (no STF, no Congresso, entre acadêmicos, intelectuais, cultura etc etc) dar um golpe branco.



quarta-feira, dezembro 02, 2020

Sei o que vocês fizeram no verão passado

Uma história recente da política no Brasil 👈

 Uma pequena explicação sobre o passado recente de todos os brasileiros, de fato, da grande maioria dos brasileiros, no qual se viveu uma fantasia por incompetência e abuso de uma ideologia na prática absurda de seu projeto, da imposição de uma utopia política, social e cultural. A fatura foi desastrosa, e desabou sobre nossas cabeças tão logo começaram a perder o controle do poder sem limites, embora, ainda, alguns iludidos pensem que viveram o sonho de suas vidas, e acreditem que defendendo a volta dessa quimera e de seus líderes, profetas, consigam fazer o que desejam ignorando os fatos e por uma dissonância cognitiva estarem em completa falta de percepção da realidade e dos fatos, insistam em resistência, vandalismos, violência e autoritarismo para tentar chegar a seus objetivos. Nada coerentes, boicotam, impedem, recorrem a mentiras, motivam outros a atos inconsequentes que proíbem a realização, o alcance dos anseios básicos, a muito tempo desprezados, dos brasileiros dedicados em trabalhar por um melhor presente para os seus e um futuro produtivo, seguro, saudável para a população e a democracia do nosso país.

Toffoli aparece com hematomas no rosto em sessão do STF

"O amigo do amigo do meu amigo" citado na Lava Jato

Quem sabe não seja uma "liçãozinha" da Orcrim, Organização Criminosa dos corruptos, aos que não cumprem a risca os seus comandos vindo pela correia de transmissão lá de cima, o poder "acima" dos togados do STF, acima da lei e de todos, de onde continuadamente vemos uma pressão etérea, empedernida, indefinida, nervosa, capciosa, visivelmente de perfil escroto e militante. É que segundo o ditado, "escreveu não leu..." ou "faça o que mando, mas...". Certamente nunca saberemos a verdadeira razão do "acidente" sofrido pelo ex-presidente do supremo, porém, ele será sempre reconhecido como o "indicado" do ex-presidiário Lula e o "amigo do amigo do amigo do amigo".

Para fechar o caso, que mais parece uma anedota, a explicação dada por ele sobre seu estado de aparência de um atropelado por uma carreta é... "que os hematomas são (decorrentes) de tratamento dermatológico que tem como objetivo diminuir a cicatriz (de um acidente doméstico) e outros pontos". O que está suposto no início do post e em pontos mais adiante, um pouco antes, entre parênteses, são cotejos, frutos da imaginação fértil, intrigante, como contribuição deste humilde escrevinhador.

Nota: vale lembrar que "em julho deste ano o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), caiu em casa e bateu a cabeça. Ele foi encaminhado ao Hospital Vila Nova Star e, segundo informações do STF, Toffoli fez exames e está consciente", segundo informações da grande imprensa.

Jordan Peterson, George Orwell: os socialista e os pobres

George Orwell: Os socialistas e os pobres 👈

Jordan Peterson lê trechos de "O Caminho Para Wigan Pier" e relaciona com a sua experiência pessoal com os socialistas.

Eleições municipais. Um tapa de análise política de primeira hora.

Compartilhado de post do João Carlos Feichas Martins no Facebook, 30 de novembro:

Caminhamos para o sinistrismo de centro ou centro-esquerdismo,com base nessas eleições municipais. Sinistrismo, em Ciência Política, é a tendência do poder de se deslocar para a esquerda, sempre que a direita governa.
Esse fenômeno foi observado por Maurice Duverger, um dos maiores estudiosos dos partidos políticos.
Mas não será ainda em 2022 que a direita com Bolsonaro cederá o governo. A reacomodação das forças progressistas em torno de um partido-eixo, o PMDB, que mais prefeitos elegeu, terá resistência do crescimento do Partido Progressista -PP-,a que pertenceu Jair Bolsonaro e segundo vitorioso no País.
O PSOL ainda não tem corpo para suceder o PT, maior derrotado, e fazer o jogo da esquerda com o PSDB, quarto maior votado. A incógnita do poder fica por conta do Partido Social Democrático, de centro direita, bem votado, e o Democratas, de centro.
Essas eleições criam um equilíbrio de forças centristas de esquerda e de direita, com ligeira predominância para a esquerda, mas atestam o acerto da estratégia de Jair Bolsonaro de manter-se discretamente longe da disputa, mesmo em São Paulo e Rio de Janeiro, sem subir em palanque com ninguém, apesar do impedimento da pandemia.
Bolsonaro, com 50%(ou até mais) das intenções de votos, sai vitorioso com o desempenho do PP e do PSD e do DEM,para composições no Congresso Nacional.
Aguarda -se ainda o desfecho das eleições nos Estados Unidos, no próximo dia 14. Donald Trump ainda continua no páreo com tanta fraude que se apura contra Biden...As eleições nos EUA impactam fortemente a política brasileira. Aguardemos.

A derrota da esquerda no Brasil

 Se engana quem acredita que realmente o radicalismo e a resistência da esquerda foram derrotados nessa eleição, o buraco é mais embaixo. A ideologia que sustenta a sua utopia é seguida por uma militância doutrinada e por uma plêiade da grande mídia, cultura, judiciário e intelectuais desenxavidos ativistas, e continua dando mais do mesmo, tendo o gramiscismo como sua referência histórica estratégica atualizada, sem autocrítica do passado, sem uma mínima avaliação de responsabilidades por crises provocadas ou desastres políticos e sociais. Fica 2020 como testemunho.

na tela ou dvd

  • 12 Horas até o Amanhecer
  • 1408
  • 1922
  • 21 Gramas
  • 30 Minutos ou Menos
  • 8 Minutos
  • A Árvore da Vida
  • A Bússola de Ouro
  • A Chave Mestra
  • A Cura
  • A Endemoniada
  • A Espada e o Dragão
  • A Fita Branca
  • A Força de Um Sorriso
  • A Grande Ilusão
  • A Idade da Reflexão
  • A Ilha do Medo
  • A Intérprete
  • A Invenção de Hugo Cabret
  • A Janela Secreta
  • A Lista
  • A Lista de Schindler
  • A Livraria
  • A Loucura do Rei George
  • A Partida
  • A Pele
  • A Pele do Desejo
  • A Poeira do Tempo
  • A Praia
  • A Prostituta e a Baleia
  • A Prova
  • A Rainha
  • A Razão de Meu Afeto
  • A Ressaca
  • A Revelação
  • A Sombra e a Escuridão
  • A Suprema Felicidade
  • A Tempestade
  • A Trilha
  • A Troca
  • A Última Ceia
  • A Vantagem de Ser Invisível
  • A Vida de Gale
  • A Vida dos Outros
  • A Vida em uma Noite
  • A Vida Que Segue
  • Adaptation
  • Africa dos Meus Sonhos
  • Ágora
  • Alice Não Mora Mais Aqui
  • Amarcord
  • Amargo Pesadelo
  • Amigas com Dinheiro
  • Amor e outras drogas
  • Amores Possíveis
  • Ano Bissexto
  • Antes do Anoitecer
  • Antes que o Diabo Saiba que Voce está Morto
  • Apenas uma vez
  • Apocalipto
  • Arkansas
  • As Horas
  • As Idades de Lulu
  • As Invasões Bárbaras
  • Às Segundas ao Sol
  • Assassinato em Gosford Park
  • Ausência de Malícia
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  • Bird Box
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  • Budapeste
  • Butch Cassidy and the Sundance Kid
  • Caçada Final
  • Caçador de Recompensa
  • Cão de Briga
  • Carne Trêmula
  • Casablanca
  • Chamas da vingança
  • Chocolate
  • Circle
  • Cirkus Columbia
  • Close
  • Closer
  • Código 46
  • Coincidências do Amor
  • Coisas Belas e Sujas
  • Colateral
  • Com os Olhos Bem Fechados
  • Comer, Rezar, Amar
  • Como Enlouquecer Seu Chefe
  • Condessa de Sangue
  • Conduta de Risco
  • Contragolpe
  • Cópias De Volta À Vida
  • Coração Selvagem
  • Corre Lola Corre
  • Crash - no Limite
  • Crime de Amor
  • Dança com Lobos
  • Déjà Vu
  • Desert Flower
  • Destacamento Blood
  • Deus e o Diabo na Terra do Sol
  • Dia de Treinamento
  • Diamante 13
  • Diamante de Sangue
  • Diário de Motocicleta
  • Diário de uma Paixão
  • Disputa em Família
  • Dizem por Aí...
  • Django
  • Dois Papas
  • Dois Vendedores Numa Fria
  • Dr. Jivago
  • Duplicidade
  • Durante a Tormenta
  • Eduardo Mãos de Tesoura
  • Ele não está tão a fim de você
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