BARROSO, O “GRANDE LÍDER” DA OPOSIÇÃO
quinta-feira, novembro 19, 2020
"Na borda do mundo"
terça-feira, novembro 17, 2020
Os critérios do controle de e vir nesta pandemia
Eleições Municipais 2020 (3)
Acompanhando. Ao ler o valor da variação percentual, que é relativo, de algo devemos estar atento ao quantitativo que era e o que passou a valer. Veja a tabela abaixo, no caso do crescimento do número de prefeituras que passou a ser comandadas por cada partido nessas eleições. Não se pode afirmar que 100% de 2, que vira 4, seja muita coisa. Bem diferente de 100 ao se tornar 200. Não acha? Em tempo, peguei essa flor, uma mirabilis jalapa, no Twitter: Pra você ver. "Aconteceu. Você se distraiu e PSOL virou o novo PT".
Eleições Municipais 2020 (2)
Acompanhando. Para corroborar meu post anterior. Para quem pergunta, quem será que foi realmente derrotado nessas eleições? A direita, sem partido, os conservadores privados de sua liberdade de expressão, perseguidos e censurados por um punhado de togados ativistas, que atende a pressão de uma mixórdia esquerdista, que não pode ouvir ou saber de qualquer pensamento contra seu projeto de mundo. Olhando por outra perspectiva, esse momento é revelador do estado em que se encontra o corpo partidário decadente e a maneira de fazer política que, talvez, pode estar mudando. E não se pode afirmar nada por enquanto. Até 2022.
Eleições Municipais para Prefeito em 2020
Ao ler as informações e tentar analisar os dados desta eleição, me interessei em observar como estariam os partidos que mantiveram-se na disputa segundo o perfil ideológico e a colocação de cada um deles, para o 1° turno e 2° turno, considerando o número total de disputas para o lugar de prefeito.
sábado, outubro 17, 2020
Acompanhando.
Acompanhando. Capaz. Barril dobrado!
Acompanhando. Há os especialistas do caos, intelectos de rede social, gracistas que planam do Olimpo, os democratas de boutique, e coisas do gênero. Tentando transferir culpabilidade ao presidente por não ter vetado parte da lei (artigo 316 do CPP), tais iluminados nada querem enxergar do uso e interpretação casuística da lei por togados do stf, lei aprovada pelo Congresso e que até poderia ter o veto presidencial revogado pelos mesmos que engavetam projetos do executivo. Um reforço óbvio ao ativismo judicial.
terça-feira, setembro 22, 2020
Fechamento de livrarias
quinta-feira, setembro 17, 2020
O "Despiora" e o "desmelhora", desentenda!
A “sinistrose” vermelha
A evolução da política e a perda dos instrumentos de expressão
Quando falamos da capacidade de pensar, formar o pensamento, organizar-se para a participação política, se trata mais que poder ver, sentir, de vivenciar e expressar com propriedade o sentido da vida que temos e tudo mais presente na nossa realidade, isso se perderia se nos faltasse os instrumentos expressivos e a liberdade de expressão. A dificuldade de acesso, o bloqueio ou cerceamento desses instrumentos nos tornam escravos da ideologia dominante, e é a essa a condição que o populismo, o autoritarismo, os ‘ismos da esquerda nos relegou, quando chegaram ao poder. E se pudessem nunca mais sairiam de lá.
Durante décadas a possibilidade de manifestação de opinião e utilização de instrumentos de expressão diverso da visão do pensamento único da esquerda tornou-se complicado, praticamente impossível, e para uma grande parte da sociedade ainda não-organizada, à direita, foi bastante significativo essa condição,no que se refere a difícil construção do contraponto, a expressão que não se fazia, e a hipocrisia dos iluminados sustentando a inexistência de autocrítica e crítica aos crimes e erros do governo populista, principalmente pela casta acadêmica nas universidades, pelos pelegos nos sindicatos e Centrais, pelos silenciosos aliados presos pelas boquinhas pagas pelo erário público, nem um canal de oposição organizada visível apontava nessa maré de cooptação desenvolvida pelo petismo. definitivamente, ninguém fez frente a censura do politicamente correto, a restrição ideológica dos guetos culturais e o evidente temor no ambiente de trabalho ou acadêmico que servia, qual a coragem de ser abertamente contra a orientação seletiva que a esquerda buscou imprimir com o aparelhamento das instituições, na educação, na cultura, na mídia e na prática política ao utilizar sua capilaridade da militância aprimorando o conhecimento do poder criminoso da arma da corrupção, e isso se deu durante todo o longo período de quase 16 anos do governo petista até o impeachment da Dilma em 2016, o que nos deixou o legado da maior crise econômica e política que o país já vivenciou desde a Constituição de 1988.
O fato é que nos encontramos diante de uma magnífica reflexão, da importância dos instrumentos de expressão, que é intrínseca a relevante presença de uma política de educação efetiva como base da verdadeira cidadania, do debate público sobre opiniões diferentes e conflitantes, a necessidade do resgate da ética na política. O debate democrático das ideias e a existência de instrumentos de expressão que estimule e propicie o confronto de pensamentos livres, fundamentados, reveladores da discussão essencial dos vários interesses da sociedade, de novas proposições e soluções decorrentes do convívio democrático na diversidade, e que se apresentem transparentes ao público, sinceros, conscientes, sem se perder na desorientação e cegueira que levou ao recurso limitado do emprego de estereótipos para definir, ofender, julgar os adversários, intelectuais medíocres, rasos de cultura diversa, condenados pela inexistência de instrumentos expressivos, pelo cerceamento do contraditório, o pensamento “politicamente correto” privando os opositores, tantos são ou fatores negativos que não contribui com a crescente influência das experiências individuais e de grupos independentes crescentes, o que foi facilitado pela expansão das redes sociais contribuindo no complexo processo de amadurecimento e evolução política do Estado democrático.
Os isentos e os moderados
A redundância, termo intrínseco da autocorreção sistêmica, passou a fazer parte do mundo tensional do querer que parece ausente e crítico dos isentos e dos moderados. Alarmante na sua pequenez, porém ferino com ambos os pólos da manifestação de expressão, por um lado, o da militância ostensiva do esquerdismo, por outro da desorientada mas pequena parcela da direita, diferente da sua maioria que começa a pensar alternativas de participação e se organizar, todos aderentes à grupos nas redes sociais de uma nova política por conflitos de interesses com a prática corrupta debutante do governo petista.
A redundância ressoa no mantra dos moderados e dos isentos, alguns intelectuais de boa cepa, inteligência oriunda de educação qualificada e vida pessoal com experiência na militância na esquerda e outros vindos de uma miscelânea de fragmentos de grupos de democratas desiludidos, mas... em desencanto, com uma condição de preservar as suas trincheira de opiniões que aparentemente nutrem substrato político de uma compreensão deslocada, empoeirada por uma educação especializada fora da realidade, que os faz sentir capacitados nas suas avaliações e julgamento, certamente não por ser superior, porém acham-se suspensos, acima do bem e do mal, numa nuvem intocável de expertise de amargura portadora de uma cosmovisão da verdade, confortável, permanecendo e garantindo-se como observadores com pretensão a participantes. São assim vistos por suas trajetórias históricas de atores que antes ativos em processos que lhes credenciaram posicionamentos, confrontos e influência importantes, que por experiência própria tiveram expectativas, dores e alegrias de conquistas e fracassos semelhantes a muitos que apanharam em todo o processo de democratização marcas da história, na esteira oscilante das mudanças de rumo, ideológico e político, das bases da democracia no último século.
Que seja. Tanto por isso se debatem entre dois pontos, coexistem na polarização, não só se confrontam com o “ódio do bem”, mas também com o “ódio do mal”, percebem o estado isolado de seu esforço, do simulacro, negando, entretanto, o que fica cada vez mais evidente é que tornaram-se o “terceiro pino”. São postantes invariavelmente cínicos diante da realidade, dramáticos na afirmação de suas certezas, criando situações de conflito aberto sem a menor dúvida que arranjam, criam, um novo movimento, que reforça o movimento do reacionário ao definir e estabelecer bloqueios de e para pensamentos, leitores, escritores e simpatizantes.
A guerra contra o "mecanismo" é ainda maior, é política e cultural.
Porque o "mecanismo" resiste? Porque errou na sua percepção e análise da estrutura da experiência da vida do brasileiro, foi parcialmente derrotado durante a campanha eleitoral de 2018 e continua patinando no problema de uma leitura histórica tosca, anacrônica, sem obter (suas) respostas. Arrastam-se numa crise interna cometendo absurdos que chega ao caricato da hipocrisia, dissonância cognitiva, da burrice seletiva pelo autoritarismo, atavismo ideológico, que parece reforçado durante essa pandemia. Insistem no erro de avaliação e na prática de seu plano, se é que existe algum, ao querer criar um "terceiro turno" orquestrado em narrativas geradoras de golpe, sem exército ou apoio popular, na gana de retirar, impedir, um presidente eleito democraticamente por 57 milhões de brasileiros.
O "mecanismo" é o que considero a reunião de todos que atuam e buscam a manutenção da política de coalização, da convivência com a corrupção, do aparelhamento partidário das instituições, do Estado protetor e dominado por um estamento burocrático composto de uma casta de privilegiados, funcionários públicos regiamente remunerados, gestores políticos agarrados aos costumes da "boquinha", da capilar propina, do fisiologismo e do nepotismo. Esses soberbos da impunidade, viventes com o aval e suporte de prestigiada banda intelectual de certa matiz ideológica (universidades e imprensa), artistas aquinhoados pelos afagos do capital progressista, uma elite forjada nessa orquestração irresponsável, inescrupulosa, manipuladora de direitos fundamentais e princípios constitucionais.
Esses parasitas de benesses que privilegiam os seus iguais numa simbiose de usos e costumes caóticos, errática, suicida, que perderam muito, já não garantem aos seus apadrinhados, apoiadores, as fontes e o enriquecimento espúrio à custa do cidadão, dos que trabalham e pagam impostos. Esses parasitas, uma elite sem ética, de propósitos egoístas, se encontraram fora da realidade. Caiu-lhe da boca o fruto de um grande esquema predador e de exploração por desvios da função primordial do dinheiro público: atender as necessidades, a segurança e liberdade da população.
Esse era e ainda é o mecanismo do golpe, uma onerosa organização criminosa, protegida por uma casta de corruptos, uma gangue de resistentes à democracia, uma panelinha de ativistas do judiciário e os epífitas do legislativo, parasitas fixos a ação predatória em todos os níveis das instituições por décadas.
Meu meteoro
Uma tarde quente se estendia na rua de terra até o mar. A brisa soprava o cheiro das ondas e o salitre, criando as coisas num dia ensolarado, barrufando toda a localidade com o bocejo morno de Deus. Grão a grão ia se deslocando as brancas dunas, a areia fina assobiava sob os pés do menino que pulava nas poças de chuva da Aminadab Valente. Horácio, ainda um menino que usava calça curta, calção, ficava sentado imóvel, o corpo em estado de paralelepípedo, solitário, com a mente solta em aventuras na Terra do Nunca, bem ali na soleira do portão da casa de praia da sua avó Abigail.
Horácio mirava sereno, impressionado, com o Alto, comunidade humilde em suas dimensões humanas e materiais; imaginava às vezes penetrando àquelas ruelas medievais, sustentando-se em suas pinguelas instáveis, passagens apertadas completadas por degraus de troncos, tábuas sem pregos, barracos construídos de galhos secos e barro, frágeis construções de pau-a-pique cobertas com palha, folhas de zinco, poucas com telhas, com serviço público de energia e nenhum saneamento básico.
O menino observava de longe a passagem das lavadeiras, o prêmio das marés sendo carregado em puçás pelos pescadores e marisqueiras, e sabia com uma visão de estudioso dos girinos escondidos na água escura da grande lagoa, de aroma forte, salobra, que em dada estação cobria-se das jibóias bem verdes, de brilho oleoso, matéria que preenchia metade daquela infindável cuia negra, rica de mistérios e seres, sombras flutuantes, profundamente misteriosa.
A sua curiosidade era atiçada pelas formas adotadas nos fifós de lata, as tintas em cores generosas e nas ranhuras bordadas nos porrões fundos e de bojo largo, o odor levantado no vapor do ferro de passar a carvão esticando as linhas das calças engomadas do militar, o seu pai, e as camisas de punhos fechados que não usavam abotoaduras douradas. Ele via anjos buliçosos nos lençóis de algodão brancos de cegar ao sol, longos espelhos estalando de tão secos, alvos do anil, bandeando nos varais de arames pensos e esticados. Como de costume gostava de ficar observando a vida das gentes de lá, da vida do Alto, dos que apanhavam água em latas carregadas sobre rodilhas de cabeça, geralmente mulheres, admirando tudo que se movia como a um quadro vivo naturalmente pintado que despertava toda arte e ciência precoces. Um conjunto de casebres e tantas palafitas levantados sobre um elevado morro próximo da margem da grande Lagoa que despertava nele uma atitude rara para sua idade, se comparada a sua motivação de conhecer as coisas de outra realidade, a do Alto, com a energia de seus irmãos e colegas entretidos nas brincadeiras de rua, que gritavam por ele convidando para completar o grupo da amarelinha, do esconde-esconde, garrafão, jogos de bola de gude que iam até a hora do pôr do sol quando eram gritados para o banho.
Foi numa dessas tarde, de repente, como se apontado por alguém ou chamando de longe, ele suspendeu seus olhos para o céu, e viu claramente num rápido compasso, um meteoro, uma luz de surpresa, não foi uma coisa que o assustasse, apenas viu um diamante riscando o céu duro, azulado, sem nuvens sobre sua cabeça, e que correu de um lado a outro, firme, desenhando um rastro de fogo frio encantado, levando sua cauda esticada continuando num trajeto sem fim até se perder de vista entrando no horizonte aberto, largo do Alto, indo tão longe quanto as pernas da imaginação de Horácio também queria ir, mas ainda não alcançava. Uma imagem gravada em sua simples cabeça de jovem navegante, uma rocha em chamas se movimentando, havia começado a marcar seu caminho para outro mundo.
Para o menino de calça curta, de pernas incansáveis, aquilo representou um acontecimento de um significado especial, um breve sinal, um vínculo estabelecido entre ele, o meteoro, e aquelas pessoas do outro mundo do Alto. E desse dia em diante, todas as sensações vindas do entardecer viriam com o brilho do seu meteoro e jamais se desmancharia. Ainda surgem latentes, radioativas, revitalizando suas memórias.
O que a realidade tem da verdade e muitos querem negar
A leitura dos verdadeiros filósofos tem sido uma tarefa muito recompensadora, não apenas para completar meus estudos sobre os fundamentos da ciência econômica, em sua evolução, mas por ter a confiança de ser a referência essencial do pensador, daquele que busca sabedoria e o caminho da verdade. Os filósofos acadêmicos, os teóricos da área das ciências sociais tem se debatido no ativismo sem refletir sobre os fatos, prestar atenção nas condições objetivas inerentes às mudanças ocorridas no mundo real desde a segunda metade do século passado e nesses vinte anos do século XXI.
O momento traz uma questão primordial para o entendimento da efetividade da vida em sua profundidade filosófica, que não é simplesmente conhecer o sistema, obra, esquema ou diagrama da realidade, mas é o conhecimento da alma humana, da que está na estrutura da experiência do mundo real, da verdade de uma realidade, e que poucos parecem se dar conta. A guerra ideológica está sendo carregada à qualquer parte, através do "marxismo cultural", do mundo, e está sendo desenvolvida, injetada na cabeça da jovem manada para seja maior que ontem, e a distorção da realidade para dar suporte a essa onda desesperada cresce por indução e impulso, se necessário no grito, pela violência, em todos os planos, mantida pela impunidade, e passa livremente com suas narrativas de folhetim de rodoviária calçado numa paralax cognitiva embalada na propaganda de uma imprensa marrom, pronta para inibir as opiniões, as críticas e as manifestações contrárias dos que apenas pareçam ser diferente das ações e pensamento que eles defendem e querem impor à todos.
A verdade que nos chega está na realidade vivenciada, percebida, experimentada e obedecida, sem mais nem menos, e que independe da opinião e mesmo da falta de substrato da percepção do observador, da sua capacidade e base de formação do pensamento, nem se resume na tentativa de criação de outra realidade, da construção de fatos ou em sua negação, não está na superficial sustentação de pós-verdade ou da força dos que são incapazes do entendimento e aceitação do contraditório, da verdade, essa existente na unidade do real, da simples percepção. Esses, os desprovidos do benefício dúvida, alheios à lei do retorno, marginais da verdade transparente, negam a função seminal do pensamento, recusam a própria consciência humana que luta contra a complexidade dos dados do mundo que os cerca buscando pela reflexão pegar o fio da meada da verdadeira realidade.
(A propósito dos dois risos)
6
“Eu também dancei em roda. Isso foi em 1948; os comunistas acabavam de triunfar em meu país, os ministros socialistas e democrata-cristãos tinham se refugiado no estrangeiro, e eu segurava pela mão ou pelos ombros outros estudantes comunistas; nós dávamos dois passos no lugar, um para frente e levantamos a perna direita de um lado, depois a esquerda do outro, e fazíamos isso quase todos os meses, porque tínhamos sempre alguma coisa para celebrar, um aniversário ou no acontecimento qualquer; as velhas injustiças foram reparadas, novas injustiças foram cometidas, as fábricas foram nacionalizadas, milhares de pessoas foram presas, os tratamentos médicos eram gratuitos, os donos de tabacaria tiveram seus negócios confiscados, os velhos operários iam pela primeira vez passar as férias nas casas de campo desapropriadas e nós tínhamos no rosto o sorriso da felicidade. Depois, um dia, eu disse algo que não devia dizer; fui expulso do partido e tive de sair da roda.
Foi então que compreendi a significação mágica do círculo. Quando nos afastamos da fila, ainda podemos voltar a ela. A fila é uma formação aberta. Mas o círculo torna a se fechar e nós o deixamos sem retorno. Não é por acaso que os planetas se movem em círculo e que pedra que se desprende de um deles afasta-se inexoravelmente levada pela força centrífuga. Semelhante a um meteorito arrancado de um planeta, eu saí do círculo e, até hoje, não parei de cair. Existem pessoas a quem é dado morrer no turbilhão e existem outras que se arrebentam no fim da queda. E estes outros (entre os quais estou) guardam sempre consigo uma tímida nostalgia da rota perdida, porque somos todos habitantes de um universo onde todas as coisas giram em círculo.” (KUNDERA, Milan. O livro do riso e do esquecimento. Círculo do Livro, 1978).
Desconhecer a história ou ignorá-la é repetir os piores erros
A fraqueza do mau-caráter
Compreender essa pandemia me parece apropriado andar com o olhar ampliado, para poder enxergar os planos que compõem o quadro geral em suas várias dimensões, tanto pelo lado da saúde, como do seu impacto social e político que se confundem no momento atual com um processo grotesco de choques de intenções, pressões particulares da fria oposição, representada por rapinas burocratas, uma casta judiciária e por um punhado de parlamentares, corruptos com título de impunidade e alcunha, distanciados dos anseios da população agarrados ao galho do Centrão, e ao que resta da coluna do modus operando da política do "toma-lá-dá-cá", moeda de troca, fraturado pela Lava Jato.
O olho torto intelectual de buteco, o que só revela uma dialética negativa de alma putchista, de pavões intelectuais sem perspectiva de bom propósito para o país, esvoaçantes corvos aliados a parasitas empoleirados em instituições, uma grande mídia extrema e obtusa, infelizes artistas, não-pensantes militantes de inegável referência, bastiões tardios do chato bate panelas, deambulam, incansáveis pés esquerdos do anacronismo, dia a dia numa batalha de caolhos recheada de fake News e narrativas cegas pelo caos da governabilidade e tomada do poder por quem seja do seu agrado. Ignorando e, degenerando a Constituição, levantando como ordem do dia o autoritarismo falsamente combatido pela hipocrisia de democratas.
Visto isso, me parece apropriado lançar uma ideia que vem, digo pesquei, ao lembrar de um filme que assisti sobre uma pandemia na qual a humanidade se perde, no sentido da sua essência, e disso ocorre uma grande tragédia dizimando a maior parcela de vidas humanas em todos os continentes.
Pensar que o sentimento de preservação é o primeiro que se apresenta em circunstâncias como a que vivemos, parece ser o óbvio com o começo da busca de ajuda mútua e convivência racional, porém o mal existe em resistência, através de interesses com discrepâncias de percepção do real e viez ideológicos presente em um cenário que prospera o bizarro, com perdas, dor e com um temor que reduz a esperança, onde se manifestam vozes de histeria, conspiração, ódio e falsa indignação, muitas delas vindo apenas expor os seus representantes em suas verdadeiras aspirações e delírios de podres poderes aflorando autoritarismos.
E às vezes, o que achamos ser o seu aspecto mais brutal, nada mais é que sua vulnerabilidade se mostrando. É que adoram disfarçar fraqueza em força. É muito mau-caráter.
na tela ou dvd
- 12 Horas até o Amanhecer
- 1408
- 1922
- 21 Gramas
- 30 Minutos ou Menos
- 8 Minutos
- A Árvore da Vida
- A Bússola de Ouro
- A Chave Mestra
- A Cura
- A Endemoniada
- A Espada e o Dragão
- A Fita Branca
- A Força de Um Sorriso
- A Grande Ilusão
- A Idade da Reflexão
- A Ilha do Medo
- A Intérprete
- A Invenção de Hugo Cabret
- A Janela Secreta
- A Lista
- A Lista de Schindler
- A Livraria
- A Loucura do Rei George
- A Partida
- A Pele
- A Pele do Desejo
- A Poeira do Tempo
- A Praia
- A Prostituta e a Baleia
- A Prova
- A Rainha
- A Razão de Meu Afeto
- A Ressaca
- A Revelação
- A Sombra e a Escuridão
- A Suprema Felicidade
- A Tempestade
- A Trilha
- A Troca
- A Última Ceia
- A Vantagem de Ser Invisível
- A Vida de Gale
- A Vida dos Outros
- A Vida em uma Noite
- A Vida Que Segue
- Adaptation
- Africa dos Meus Sonhos
- Ágora
- Alice Não Mora Mais Aqui
- Amarcord
- Amargo Pesadelo
- Amigas com Dinheiro
- Amor e outras drogas
- Amores Possíveis
- Ano Bissexto
- Antes do Anoitecer
- Antes que o Diabo Saiba que Voce está Morto
- Apenas uma vez
- Apocalipto
- Arkansas
- As Horas
- As Idades de Lulu
- As Invasões Bárbaras
- Às Segundas ao Sol
- Assassinato em Gosford Park
- Ausência de Malícia
- Australia
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- Babel
- Bastardos Inglórios
- Battlestar Galactica
- Bird Box
- Biutiful
- Bom Dia Vietnan
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- Brasil Despedaçado
- Budapeste
- Butch Cassidy and the Sundance Kid
- Caçada Final
- Caçador de Recompensa
- Cão de Briga
- Carne Trêmula
- Casablanca
- Chamas da vingança
- Chocolate
- Circle
- Cirkus Columbia
- Close
- Closer
- Código 46
- Coincidências do Amor
- Coisas Belas e Sujas
- Colateral
- Com os Olhos Bem Fechados
- Comer, Rezar, Amar
- Como Enlouquecer Seu Chefe
- Condessa de Sangue
- Conduta de Risco
- Contragolpe
- Cópias De Volta À Vida
- Coração Selvagem
- Corre Lola Corre
- Crash - no Limite
- Crime de Amor
- Dança com Lobos
- Déjà Vu
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- Destacamento Blood
- Deus e o Diabo na Terra do Sol
- Dia de Treinamento
- Diamante 13
- Diamante de Sangue
- Diário de Motocicleta
- Diário de uma Paixão
- Disputa em Família
- Dizem por Aí...
- Django
- Dois Papas
- Dois Vendedores Numa Fria
- Dr. Jivago
- Duplicidade
- Durante a Tormenta
- Eduardo Mãos de Tesoura
- Ele não está tão a fim de você
- Em Nome do Jogo
- Encontrando Forrester
- Ensaio sobre a Cegueira
- Entre Dois Amores
- Entre o Céu e o Inferno
- Escritores da Liberdade
- Esperando um Milagre
- Estrada para a Perdição
- Excalibur
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- Filhos da Liberdade
- Flores de Aço
- Flores do Outro Mundo
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- Fora de Rumo
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